terça-feira, 25 de novembro de 2014

O que é mais importante ? Sinalizar o Economista Joaquim Levy para o comando do Ministério da Fazenda ou assistir ao deprimente comportamento do PT e da base aliada ontem na defesa da mudança da meta fiscal ?

O que é mais importante ? Sinalizar o Economista Joaquim Levy para o comando do Ministério da Fazenda ou assistir ao deprimente comportamento do PT e da base aliad ontem na defesa da mudança da meta fiscal ?

O que vimos ontem foi apenas um passo.....apenas um passo antes da proposta de mudança da meta fiscal do Governo Federal seguir para aprovação no Congresso....

Mas é um sinal mais do que forte de que o Governo Federal não mudou uma vírgula em seu comportamento de cortar gastos, ser eficiente, punir o desperdício pra colocar o Brasil numa outra rota, numa outra dinâmica na condução da política econômica.

Como eu disse aqui, em outras palavras, no final de semana...

O que é mais importante ? Sinalizar o Economista Joaquim Levy para o comando do Ministério da Fazenda ou assistir ao deprimente comportamento do PT e da base aliada ontem na defesa da mudança da meta fiscal ?


Leiam o texto abaixo e concluam vocês mesmos....

Mudou alguma coisa ?

Com ou sem Joaquim Levy ?

Crédito: Portal G1



5/11/2014 00h16 - Atualizado em 25/11/2014 00h52
Comissão aprova texto final de projeto que abandona a meta fiscal

Texto deverá ser analisado nesta terça pelo plenário do Congresso.
Projeto libera o Executivo de economizar para pagar juros da dívida.

A Comissão Mista de Orçamento aprovou nesta segunda-feira (24) o texto final do projeto de lei que autoriza o Executivo a economizar menos para pagar os juros da dívida pública, que é o chamado superávit primário. A proposta foi votada após aprovação do texto-base da matéria, seguida da rejeição de todos os 39 destaques (trechos que alteram o teor do projeto otiginal).

A matéria segue agora para análise do plenário do Congresso Nacional, que tem a próxima sessão marcada para esta terça-feira (25). Antes de votar o projeto da meta fiscal em plenário, os deputados e senadores ainda precisam analisar 38 vetos presidenciais e quatro projetos de lei que trancam a pauta.

O projeto permite ao governo abater da meta fiscal os gastos com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e as desonerações tributárias concedidas ao longo do ano. Na prática, o governo poderá fechar o ano até com deficit nas contas públicas. Os oposicionistas acusam o governo de ferir a Lei de Responsabilidade Fiscal ao mudar a meta fiscal, fixada inicialmente em R$ 116,07 bilhões, para conseguir fechar as contas em 2014.

Ao final da sessão, o relator do projeto, senador Romero Jucá, negou que a aprovação na comissão representasse uma “vitória do governo”. Para ele, representa uma “vitória da razão”. “Temos que ajustar as contas públicas. Temos que ter a LDO sintonizada com a realidade da economia de 2014 e preparando a economia de 2015. Na verdade, aqui não é uma disputa entre oposição e governo. A minha posição é uma posição técnica”, disse.

O líder do DEM na Câmara, Mendonça Filho (PE), criticou a condução da votação. Segundo ele, o projeto foi aprovado “rasgando o regimento interno da Casa”.

O deputado acrescentou que os partidos da oposição pretendem dificultar a votação no Congresso. “No plenário do Congresso Nacional, a coisa vai ser diferente, vai ter muito mais espaço para que a gente possa obstruir o processo de votação e mostrar ao Brasil que essa maquiagem que está sendo consagrada através da alteração da LDO, na verdade, reforça a situação econômica do Brasil”, afirmou.

Antes de analisar os destaques do texto, a comissão precisou votar duas vezes o texto-base da matéria. A primeira análise foi anulada depois de críticas da oposição. O texto foi aprovado, inicialmente, por meio de votação simbólica (sem contagem dos votos), mas parlamentares oposicionistas pediram que uma nova votação fosse feita com contagem de votos, alegando descumprimento de normas regimentais durante a análise. Nova votação foi realizada e o texto-base, mais uma vez, foi aprovado.