domingo, 29 de outubro de 2017

Índice "Eur" (Euro Top Index) rompe a faixa de 3.000 pontos no fechamento da semana

Índice "Eur" (Euro Top Index) rompe a faixa de 3.000 pontos no fechamento da semana

Fechamento na sexta em 3.015, alta de 0,59%, depois de bater na máxima 3.020 pontos, resistência logo acima....acima de 3.020, temos 3.040 e finalmente a mais forte em 3.060 pontos

EUR, Diário, escala logarítmica





Lembram do monitoramento do índice "XLK", "esquecido" pelos mercados e que representa essencialmente as empresas "ponto.com" e cujo topo histórico ainda não foi batido e se situa exatamente no período da Bolha da internet ? Subiu 2,6% na sexta e está a apenas 3,5% do topo histórico

Lembram do monitoramento do índice "XLK", "esquecido" pelos mercados e que representa essencialmente as empresas "ponto.com" e cujo topo histórico ainda não foi batido e se situa exatamente no período da Bolha da internet ? 

Subiu 2,6% na sexta e está a apenas 3,5% do topo histórico

Sim.....o topo, como pode ser visto no primeiro gráfico abaixo, foi atingido em março do ano de 2000 em 65,44.

Na sexta-feira, depois da disparada das ações da Apple e Google....Google chegou a subir no intraday 7%, pra fechar com alta de 4,8%....o índice "XLK" fechou em 62,54

Eu puxei um canal de alta desde o fundo de 2009...

Vejam que canal de alta lindo que  se formou......e cuja linha superior hoje passa ali muito próximo ao topo histórico


XLK, Mensal, escala logarítmica, período 20 anos



XLK, Diário, escala logarítmica








"A bomba-relógio do orçamento", Por Revista EXAME

Matéria publicada ontem pela Revista EXAME:

https://exame.abril.com.br/economia/a-bomba-relogio-do-orcamento/

A bomba-relógio do orçamento

Mesmo que aprove reformas como a da Previdência, o governo ficará longe de cumprir o que prometeu: deixar a casa em ordem

Por Letícia Toledo, do EXAME Hoje access_time 28 out 2017, 11h04 - Publicado em 28 out 2017, 07h09

O cobertor curto do orçamento federal ficou evidente na semana que passou. Na quarta-feira, foi divulgado que o governo gastou 32 bilhões de reais para manter o presidente Michel Temer. Na quinta-feira, saiu o dado do rombo orçamentário recorde 108,5 bilhões de reais nos nove primeiros meses do ano. O governo garante que a situação, apesar de dramática, está sob controle, e melhorando.
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EXAME ouviu economistas para mapear a situação fiscal do país e identificar onde estão os principais riscos pela frente. Uma coisa é certa. Mesmo que aprove reformas cada dia menos prováveis, como a da Previdência, o governo ficará longe de cumprir o que prometeu: arrumar a casa com medidas impopulares e, assim, deixar o país preparado para um novo ciclo de crescimento. Quem quer que assuma em 2019 terá que concluir algumas medidas e iniciar um novo ciclo de ajustes.

Como chegamos até aqui? A economia demorou mais do que o esperado para reagir e a arrecadação não veio como o esperado. Ao invés de apertar as despesas, o governo continuou se apoiando em receitas adicionais com leilões e concessões. Em entrevista a EXAME em agosto, a economista Monica de Bolle, pesquisadora do Peterson Institute for International Economics em Washington, ressaltou que o governo contou com um grande valor em receitas extraordinárias, que viriam de medidas como a repatriação, o refis, os leilões e as concessões. “As projeções embutidas para alcançar a meta, tanto do lado do crescimento quanto da arrecadação, estavam muito além do possível”, disse.

A bomba-relógio não deve explodir já. Economistas acreditam que as receitas adicionais devem salvar o cumprimento da meta fiscal deste ano, de 159 bilhões de reais. “O não cumprimento da meta era o principal risco fiscal do ano. A conta vai ser apertada, mas vai fechar”, diz Fábio Klein, economista da consultoria Tendências. O Tesouro Nacional estima a entrada de 12,3 bilhões de reais de concessões das usinas pertencentes à companhia elétrica Cemig ajudarão nas contas de novembro. As usinas foram leiloadas no fim de setembro. Em dezembro, o que vai ajudar é o ingresso de 15,3 bilhões de reais dos recursos dos leilões de petróleo e aeroportos realizados neste ano.

A meta fiscal do ano que vem, também de 159 bilhões de reais, deve contar com o impacto positivo de novas concessões e também de um crescimento econômico mais robusto. O orçamento deve ser levado à Câmara na segunda-feira, mas o antigo previa 20 bilhões de reais em concessões em 2018.

Para que a conta feche, o governo prevê medidas como o adiamento do reajuste de servidores, previsto para janeiro, e o aumento da contribuição previdenciária do funcionalismo federal de 11% para 14%, além de outras ações para reduzir gastos com a folha de pagamentos e a taxação de fundos exclusivos de investimento. Essas medidas têm impacto previsto de 14 bilhões de reais nas contas públicas de 2018.

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No orçamento que será enviado na segunda-feira o Governo também deve prever a arrecadação de 7,7 bilhões de reais com o processo de privatização da Eletrobras. O problema é que a venda da empresa ainda enfrenta forte oposição de centrais sindicais e ainda há dúvidas de como ela será feita. “A privatização da Eletrobras foi uma proposta simplesmente jogada pelo governo e que até agora não teve detalhes. Não é algo que vai ser feito de ontem pra hoje, é improvável que saia até o ano que vem”, diz Sandro Cabral, professor de estratégia do Insper.

A retirada do aeroporto de Congonhas do pacote de concessões é outra baixa no orçamento governo, que previa a arrecadação de no mínimo 4 bilhões de reais com o ativo. Nas contas da consultoria Tendências, as receitas adicionais (concessões, leilões e Refis) precisam ser de 47,5 bilhões de reais neste ano para fechar as contas. Deste total, a estimativa é de que falte apenas 3 bilhões de reais. Para o ano que vem a consultoria projeta receitas adicionais 12,5 bilhões de reais. “O crescimento econômico vai ajudar na parte da arrecadação em 2018. Por isso a necessidade de receitas adicionais será bem menor”, afirma Klein.

Para 2019 e além

Economistas ressaltam que o principal risco deste governo não está no cumprimento da meta fiscal, mas na chamada regra de ouro. A norma proíbe o governo de captar recursos em empréstimos no mercado acima do que gastará com investimentos. O descumprimento da regra implica em crime de responsabilidade fiscal.

Criada em 1988, a regra tem como objetivo garantir que o país não se endivide para bancar despesas correntes. O risco de descumprimento ocorre com a sequência de déficit fiscais, que aumentam a necessidade de emitir dívida pública para financiar os resultados negativos e a capacidade de investir.

Na última quinta-feira a secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi, informou que o órgão precisa de 184 bilhões de reais para cumprir essa regra no ano que vem. Parte importante viria do pagamento antecipado de 130 bilhões de reais em empréstimos pelo banco de fomento BNDES.
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“Mesmo que o BNDES devolva os 130 bilhões de reais em 2018, o governo vai deixar um problema enorme para o próximos anos. Em 2019 o BNDES não vai ter mais dinheiro para devolver e, por mais que a economia melhore, a regra de ouro vai ter que ser revista”, diz Manoel Pires, pesquisador de economia aplicada do FGV IBRE. Para este ano a situação está sob controle. 

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O teto de gastos viraria um dos grandes abacaxis deixados para o governo seguinte. Pela regra, o teto poderá ter um crescimento de 3% em 2018, uma expansão de apenas 39 bilhões de reais, mas parte de seus gastos obrigatórios crescem acima da inflação – como a Previdência.

A consultoria Tendências estima que os gastos previdenciários subirão em torno de 5% ao ano acima da inflação nas próximas duas décadas, consumindo parcela cada vez maior do orçamento federal. Com esses gastos, a dívida bruta do país deve chegar a 83,5% do Produto Interno Bruto em 2021. Só no próximo ano, sem a reforma, o Governo estima um aumento de 50 bilhões de reais nos gastos com a Previdência – ou seja, 11 bilhões a mais do que a expansão de todas as despesas estabelecidas pela regra do teto de gastos.

O governo manifestou nesta semana a intenção de retomar a reforma, mas a votação da denúncia contra Temer mostrou que o Planalto pode não ter força parlamentar para aprovar uma mudança que exige dois terços do Congresso.

No fim das contas, o governo fará tudo que estiver a seu alcance para não descumprir a regra do teto, que ele mesmo implementou. O problema é o que acontece a partir de 2019.



sábado, 28 de outubro de 2017

Índice ETF "DJP" (Bloomberg Commodity Index) fecha "em cima" de LTB e base superior do canal de baixa

Índice ETF "DJP" (Bloomberg Commodity Index) fecha "em cima" de LTB e base superior do canal de baixa

´O ETF "DJP" também é um dos ETF's mais usados como barômetro para o mercado de commodities no geral

DJP, Semanal, escala logarítmica, período 3 anos





sexta-feira, 27 de outubro de 2017

ADR VALE volta a salvar no fechamento da semana a LTA de 1 ano e meio

ADR VALE volta a salvar no fechamento da semana a LTA de 1 ano e meio

Fechamento hoje de 10,01....alta de 1,32%

ADR VALE em Nova York, semanal, escala logaritmica





Qual foi o fundo do SP500 na Crise de 2008 ? 666 pontos....e se o índice subisse 300% redondos ?....daria 2.664 pontos....máxima do SP500 hoje,novo topo histórico...2.582....faltam então 82 pontos, cerca de 3%

Qual foi o fundo do SP500 na Crise de 2008 ?

 666 pontos....e se o índice subisse 300% redondos ?....

Daria 2.664 pontos....

Máxima do SP500 hoje, novo topo histórico...2.582....

Faltam então 82 pontos, cerca de 3%

SP500, Diário, escala logarítmica





Bovespa fecha a semana se aproximando da MA50 e com as bandas bollinger muito estreitas...índice em congestão 75.000-78.000

Bovespa fecha a semana se aproximando da MA50 e com as bandas bollinger muito estreitas

MA50 abaixo em linha azul passando em 74.15 pontos...

Fechamento hoje 75.975 pontos, alta de 0,10%

Na verdade, o índice está numa congestão 75.000.78.000......perdido nesse intervalo.

Mais 3,4 dias, a MA50 chega na faixa de 75.000.....

Talvez seja o que o índice precise pra engatar uma nova perna de alta e se aproxime um pouco mais da aberração altista dos mercados americanos, como se a aberração por aqui não fosse suficiente, principalmente quando falamos de "bancos"

Bovespa, diário, escala logarítmica





quarta-feira, 25 de outubro de 2017

ADR VALE anda sobre uma LTA de 1 ano e meio

Abaixo, dá pra ver uma LTA que começa em junho de 2016 balizando os papéis da Vale em Nova York ( ADR VALE), no tempo diário.

Nos últimos 15 dias, desde o fundo em 9,75, depois, na faixa de 10,00, os papéis vêm batendo nessa LTA e repicando

Se voltarmos a atenção para os papéis da VALE no Brasil, mais especificamente, VALE3, temos uma configuração não tão clara no que tange a uma LTA.

Porém, se voltarmos a atenção no tempo horário , vemos já, desde a semana passada, um cruzamento da MA50 (em linha amarela) sobre a MA200 (em linha vermelha).

Estamos falando de tempo horário.....

Esse tipo de cruzamento, tende a ser transportado para o tempo diário de uma forma positiva, empurrando o papel para topos e fundos ascendentes.

Esse tipo de configuração pôde ser visto também no período jun-2017 a set-2017, marcado abaixo no segundo gráfico, através de um canal de alta. Durante todo esse canal de alta, MA50 esteve cruzada para cima sobre a MA200.

Quando a MA50 passa pra baixo da MA200 no tempo horário, o papel começa a sofrer um pouco mais para retomar novos topos.

No entanto, como já destacado, um novo cruzamento para cima da MA50 sobre a MA200 desde a semana passada, parece indicar uma nova retomada numa dinâmica altista para o papel

Nesse momento, para a VALE3, a perda da faixa de 32,60 pressiona o papel para 31,70....depois, 30,75 . O rompimento definitivo no fechamento da faixa de 33,70-33,80, pressionaria o papel rumo a 34.30, depois 35,00 e 36,69.


A perda da LTA destacada abaixo nos papéis da ADR VALE empurraria os papéis não apenas para o fundo de 9,75, mas também em direção a MA200 do tempo diário, faixa de 9,50, e o suporte mais forte, faixa de 9,00


ADR VALE, Diário, escala logarítmica (gráfico plotado às 14:07, hora Brasília, papel a 10,17)



 VALE3, tempo horário, escala logarítmica







SP500 confirmou ontem um engolfo de baixa deixado anteontem

SP500 confirmou ontem um engolfo de baixa deixado anteontem

De qualquer forma, engolfos , sejam de alta  ou de baixa, produzem muito mais resultado em papéis do que índices.

O que significa "confirmar" ?

O índice SP500 não fez novas máximas ontem em relação a anteontem

SP500, Diário, escala logarítmica





sábado, 21 de outubro de 2017

O Negócio tá ficando sério minha gente.....no Pré-Crash de 1987, o SP500 subiu 45% de jul-86 a out-87.....hoje, o Dow Jones já subiu 37% de jul-16 até out-17....em 01-08-2017, escrevi: "Por que devemos pensar seriamente na faixa de 24.000-25.000 pontos para o Dow Jones e uma posterior queda de 70%-80% ?"

O Negócio tá ficando sério minha gente.....

No Pré-Crash de 1987, o SP500 subiu 45% de jul-86 a out-87.....

Se considerarmos o fechamento do Dow Jones de ontem, em 23.328 (máxima do dia), o índice já subiu 37% de jul-16 até 20-10-2017

Pois sim.....

Para vocês rememorarem , em 15-7-2017, escrevi um texto e e expus a imagem que reproduzia a alta do PRÉ-CRASH DE 1987

Aqui, reproduzo:

http://pracompraroupravender.blogspot.com.br/2017/07/vamos-recolocar-foto-assustadora-do-pre.html

Vamos recolocar a foto assustadora do "Pré-Crash Dow Jones Jul 1986- Jul 1987" e do "Atual Movimento Dow Jones"

Notem que, nesse caso, fiz questão de comparar o Dow Jones lá de 1987 e o atual

Por que ressalto isso ?

Quando escrevi no post sobre os 2 momentos, comparei SP500 com Dow Jones

Por que isso ?

No Pré-Crash de 1987, o SP500 subiu cerca de 45%do fundo de jul-1986 até ago-1987....

Dow Jones subiu mais !!...

Dow Jones subiu 58% do fundo de jul-1986 até ago-1987....

Mas, volto a dizer...

Abaixo, os 3 gráficos são do Dow Jones....

Dow Jones jul 1986-jul 1987, primeiro à esquerda
Dow Jones 2016-2017, segundoà esquerda

Dow Jones ago 1987-dez 1987,gráfico isolado à direita com o crash de cerca de 32% da máxima a mínima

















Vamos adiante e rememorar outros textos pra que possamos refletir mais e mais..

Em 01-08-2017, escrevi: 

"Por que devemos pensar seriamente na faixa de 24.000-25.000 pontos para o Dow Jones e uma posterior queda de 70%-80% ?"

Aqui, vai o texto completo:

http://pracompraroupravender.blogspot.com.br/2017/08/por-que-devemos-pensar-seriamente-na.html

Por que devemos pensar seriamente na faixa de 24.000-25.000 pontos para o Dow Jones ?

Há poucos meses eram poucos os artigos espalhados pelo mundo que expressavam preocupação com uma bolha em curso nos mercados mundiais e, em especial, nos mercados americanos.

No entanto, essa dinâmica mudou muito nas últimas semanas.

Há vários artigos tentando discutir e explicar o que acontece hoje por toda a parte; explicar o nível dos ativos acionários e seus movimentos nos últimos meses, principalmente quando falamos de volatilidade

Não é a primeira vez que exponho o gráfico de 100 anos abaixo do Dow Jones com as linhas de tendência abaixo destacadas

Mas, dessa vez, deixarei não apenas o toque de uma dessas linhas lá próximo aos 24.000

Uma delas, passa pouco acima dos 22.000 pontos.

Na linha que leva o Dow Jones do topo em 2.289 pontos em outubro de 1915 até o topo em 7.466 pontos em dezembro de 1965, temos uma relação de aproximadamente 3,20

Se levarmos a mesma proporção para um último toque antes de uma nova perna de baixa, teremos 24.300 pontos.....em algum momento mais à frente o toque nessa faixa bate na linha destacada que vem lá dos 2.289 pontos.

Queda ?

Ora se contarmos que essa pode ser de fato a "mãe de todas as bolhas", inflada escandalosamente por todos os principais bancos centrais do mundo, teríamos a mesma proporção de queda dos anos 30 e 60 em dólar e ajustada pela inflação, isto é, de 70% a 80%

Isso levaria o Dow Jones pra perto de 7.500 pontos, também coerente com a base de uma das linhas destacadas abaixo


Dow Jones, período 100 anos, ajustado pela inflação e em escala logarítmica
Fonte: macrotrends.net



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Ou seja....

O Dow Jones já subiu 37% no mesmo período do Pré-Crash de 1987.....

O Dow Jones está a 23.328 pontos....próximo da faixa de 24.000.

Em 1987, o SP500 , no PRÉ-CRASH, subiu 45%......o Dow Jones subiu mais !!...58%....

Se o Dow Jones for a 24.600, isto é, 1.280 pontos adiante, ou ligeiramente acima de 5% a partir de hoje, chegaremos nos mesmos 45% da alta impressionante num espaço curto de 1 ano e 3 meses do PRÉ-CRASH de 1987.....

E se olharmos o gráfico de 100 anos colocado acima, essa faixa de 24.000-24.500-25.000 é por onde passa a linha superior de um grande canal de alta de 100 anos do Dow Jones....

Sim.....

Talvez ainda haja espaço para um rally de Natal para os americanos e todo o mundo...sim...

Japão bate todos os recordes...Europa, Rússia....

Sim....até o Brasil sem Reformas e sem agenda.

Mas, afinal, o "mais odiado Bull-Market da história" está com os dias contados ?













sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Depois de romper uma LTB de 6 meses há 30 dias, o índice "DJUSST" (Dow Jones Steel Index) rompe logo na abertura de hoje a importantíssima faixa de 250-251

Depois de romper uma LTB de 6 meses há 30 dias, o índice "DJUSST" (Dow Jones Steel Index) rompe logo na abertura de hoje a importantíssima faixa de 250-251.

Mais um barômetro empurrando siderúrgicas e mineradoras pra ima no curto prazo

Nesse momento, alta de 1,88% a 257,25

DJUSST, Diário, escala logarítmica






MA50 encosta na MA200 na VALE3 no tempo horário......iminência de aceleração altista para o papel no curto prazo

MA50 (linha amarela abaixo) encosta na MA200 (linha vermelha abaixo) na VALE3 no tempo horário......iminência de aceleração altista para o papel no curto prazo

Abaixo, marcado em retângulo vermelho, o mesmo cruzamento 70-80 dias atrás.....e a aceleração altista rumo a faixa de 36,60....

Agora, também no retângulo vermelho, mais à direita, a MA50 já colada a MA200 e embicada pra cima...

Cruzamento iminente que pode empurrar o papel rumo a rompimento do topo acima de 33,63, depois  a faixa de 34,50, 35,00; 35,80, 36,30, 36,60 e 37,00

VALE3, tempo horário, escala logarítmica








quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Bovespa toca novamente uma LTA de 3 meses

Bovespa toca novamente uma LTA de 3 meses

Abaixo, melhor vista num gráfico de 60 minutos

Fechamento em 76.280 pontos, queda de 0,4%

Bovespa, tempo horário, escala logarítmica







sábado, 14 de outubro de 2017

Semana que vem, tem o início o Congresso do Partido Comunista Chinês....E se a paridade "dólar x yuan chinês" voltar a subir depois do término do Congresso ?...é o motivo por trás da próxima fortíssima correção ou crash ?

Semana que vem, tem o início o Congresso do Partido Comunista Chinês....E se a paridade "dólar x yuan chinês" voltar a subir depois do término do Congresso ?...

É  o motivo por trás da próxima fortíssima correção ou crash ?

Vejam uma LTB curta.....

Vejam que até a eleição de Donald Trump, o dólar sobe forte em relação ao Yuan Chinês, mesmo movimento no Brasil....

Dali em diante só cai....

Vejam no SEMANAL, que a queda vai até a MA200 (Linha vermelha) no tempo Semanal....

Repica forte, e para numa LTB.....

Faixa de 6,60 foi perida no diário...veio pra baixo....tem a LTB.....

MACD no tempo diário ainda em modo VENDA....

MACD, no semanal, já está na "iminência" de dar "compra"



"Dólar x Yuan chinês",diário, escala logarítmica



"Dólar x Yuan chinês",Semanal, escala logarítmica






Outro "ETF" do setor de commodities mostra um fechamento "em cima" de LTB ao final da semana...o "DJP"

Outro "ETF" do setor de commodities mostra um fechamento "em cima" de LTB ao final da semana...o "DJP"

DJP, Diário, escala logarítmica




DJP, Semanal, escala logarítmica






sexta-feira, 13 de outubro de 2017

O perigo mora ao lado......Canal de alta do Dow Jones....quase lá...

O perigo mora ao lado......Canal de alta do Dow Jones....quase lá...

Dow Jones, diário, escala logarítmica






Semana passada, quando o Bovespa bateu 78.000, deixei a dúvida.....acabou ? talvez falte a VALE....e falta.......alta de hoje da VALE3...5,9%...volume gigantesco....olhem o que escrevi ontem sobre as commodities.....sim....falta a VALE....ainda...

Semana passada, quando o Bovespa bateu 78.000, deixei a dúvida.....acabou ? talvez falte a VALE....e falta.......alta de hoje da VALE3...5,9%...volume gigantesco....olhem o que escrevi ontem sobre as commodities.....sim....falta a VALE....ainda...

VALE3, Diário, escala logarítmica








quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Commodities prontas pra romper faixas importantes acima ? Vamos a 2 ETF'S

Commodities prontas pra romper faixas importantes acima ? Vamos a 2 ETF'S

O primeiro "ETF", o mais conhecido, o "DJCI".....depois, o "GNX"

O primeiro abaixo, vemos uma LTB resvalada semana passada.....

O Segundo abaixo, faixa de 400 próxima....pouco acima a 410, já tocada meses atrás......acima de 410, apenas 450...

DJCI, Semanal, escala logarítmica, período 7 anos




GNX, Semanal, escala logarítmica, período 12 anos







domingo, 8 de outubro de 2017

Uma outra maneira de ver o Bovespa no curto prazo é através de uma LTA curta de 3 meses

Uma outra maneira de ver o Bovespa no curto prazo é através de uma LTA curta de 3 meses abaixo destacada:

Bovespa, diário, escala logarítmica





sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Lembram do índice "XLK" (Setor tecnológico e "ponto.com") de que falei semana passada ? Topo histórico de 65,44 e faixa importante de 60,00.....pois é...hoje, tocou máxima da semana...59,98....."quase lá"

Lembram do índice "XLK" (Setor tecnológico e "ponto.com") de que falei semana passada ? Topo histórico de 65,44 e faixa importante de 60,00.....

Pois é...hoje, tocou máxima da semana...59,98....."quase lá"...

Abaixo, dá pra ver que o topinho é 60,75....mas 60,00 é faixa psicológica...

Topo histórico tá lá....65,44

Vejam o canal de alta e a linha superior resvalada várias vezes nos novos topos no segundo gráfico semanal

XLK, Diário, escala logarítmica




XLK, Semana, escala logarítmica, período 20 anos









O mesmo que fizemos para o Bovespa no post anterior, fazemos para o Dow Jones e SP500....só que nesses, temos cunhas.....e não esqueçam a conta que fiz semana passada

O mesmo que fizemos para o Bovespa no post anterior, fazemos para o Dow Jones e SP500....só que nesses, temos cunhas.....e não esqueçam a conta que fiz semana passada

Algum topinho duplo na semana que vem ? Ou um rápido toque nos 23.000 pontos do Dow Jones.....a máxima foi em 22.777 ontem...

O índice XLF bateu hoje na máxima da semana 26.46, ainda abaixo da faixa mais provável de 27,00 ainda a ser buscada

SP500, Semanal, escala logarítmica, período 3 anos



Dow Jones, Semanal, escala logarítmica, período 3 anos









Completamos o rally do Bovespa nos 78.000 ou não ?......dependendo de como você constrói o canal de alta, podemos dizer que sim...... Mas, falta a VALE......vamos aguardar...

Completamos o rally do Bovespa nos 78.000 ou não ?......dependendo de como você constrói o canal de alta, podemos dizer que sim......

Mas, falta a VALE......vamos aguardar....

Abaixo, o canal de alta com a linha superior resvalada quando o Bovespa bateu 78.000 ontem na máxima.....

Por outro lado.....olhem o primeiro retângulo que destaquei no início do canal de alta...o índice vai nos 65.000....cai....e depois volta pra bater pouco acima dos 65.000

Falta a VALE.

E semana que vem, os mercados chineses voltam a abrir depois de feriado a semana inteira por lá...

Lembram dos dados bons da atividade industrial divulgados na sexta-feira passada à noite ?

Pois é......os mercados chineses já estavam fechados....

E olhem o gráfico do "futuro minério de ferro" abaixo.....vejam a divergência altista forte de IFR14 após o toque por 2,3,4 vezes na faixa de 62,00.....

O Cobre, que reverteu a partir do fundo de 2,87 ao longo da semana, captou os bons números da atividade industrial.....o minério de ferro, ainda não......

Como reagirão VALE e siderúrgicas na segunda-feira ?

Bem.....

Vamos na ordem aos gráficos do minério de ferro, COBRE e Bovespa com o canal de alta


Minério de ferro, diário



Cobre, diário, escala logarítmica



Bovespa, diário, escala logarítmica








quarta-feira, 4 de outubro de 2017

"País vive um espetáculo de horror, diz Arminio Fraga", por Jornal "O Globo"

Matéria publicada agora à noite pelo Jornal "O Globo":

https://oglobo.globo.com/economia/pais-vive-um-espetaculo-de-horror-diz-arminio-fraga-21904564

País vive um espetáculo de horror, diz Arminio Fraga
Ex-presidente do BC diz que Brasil vive crise moral e ética
   
POR JOÃO SORIMA NETO 03/10/2017 19:20 / atualizado 03/10/2017 20:42

SÃO PAULO - O ex-presidente do Banco Central e sócio da Gávea Investimentos, Arminio Fraga, disse que o país vive uma crise moral e ética e que, embora as instituições democráticas estejam funcionando, há "sinais de uma quase total desgovernança, com sinais visíveis como violência, desordem, populismo e corrupção". Fraga participou nesta terça-feira do 18º Congresso do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, em São Paulo.

— É um espetáculo de horror. Acho que a solução é enfrentar todas essas crises ao mesmo tempo, mas não tenho a solução - disse.

Sobre o cenário político, Fraga disse que o momento é extremamente complicado e que a crise tem dimensões múltiplas.

— É uma crise econômica, já que o PIB per capita caiu 10% nos últimos anos. E na política vivemos um momento triste, com o governo sendo incapaz de governar o país pensando no longo prazo. Há incapacidade do Estado de agir para construir um futuro melhor - afirmou.

Arminio Fraga disse que mesmo com regras e leis bem desenhadas é necessário um "algo mais".

— Mesmo com as regras, tentam burlar as leis. É algo de natureza ética e comportamental. O Brasil vive um dilema dessa natureza. E uma mudança de cultura é a parte mais difícil - afirmou.

Nos últimos anos, Fraga acreditava que a melhoria da governança obtida no setor privado contaminaria o setor público. Mas hoje, diz ele, infelizmente não foi isso que aconteceu.

— O governo tem problemas graves de governança. É quase uma total desgovernança. Mas não perco a esperança - afirmou durante sua palestra, lembrando que cada vez mais cresce a rejeição à classe política, o que acaba assustando.

Arminio Fraga disse que essa situação de crise política não pode ser atribuída apenas a um grupo político, de burocratas e desonestos, que raptou o Estado e escolheu um modelo econômico ruim.

— Temos que ter clareza disso. Temos que reconhecer que essa situação foi uma parceria do governo com as mais importantes lideranças empresariais do país que, por razões mais mundanas, se atiraram nessa empreitada. Houve a vitória do Brasil velho e o Brasil da boa governança perdeu - disse.

Fraga disse ter a plena convicção de que o governo não deve ter empresas. Por isso, o ex-presidente do BC disse ser favorável à privatização de todas as estatais. O cenário ideal, disse ele, seria criar ambiente competitivo e concorrencial e não privatizar monopólios.

- Não é nada ideológico. Mas defendo a privatização de todas as estatais, sem exceção. O governo tem empresas para impor seus objetivos econômicos. O apoio à existência de estatais vem daqueles que se beneficiam dessas distorções, entre eles clientes, funcionários e fornecedores. Algumas dessa relações ocorrem fora do mercado, gerando transferência e alocação de capital problemática. Melhor seria se o governo terceirizasse os serviços que necessita. A questão é como fazê-la (a privatização) para criar algo robusto. Este é um tema que precisa entrar no debate público - afirmou Fraga durante sua apresentação.

Ele disse, por exemplo, que não venderia a Petrobras inteira a um investidor nacional ou estrangeiro. Na sua avaliação, a petrolífera teria que ser fatiada para ser privatizada.

- Também não venderia uma participação minoritária da BR. Isso é rasgar dinheiro - afirmou Fraga.

O ex-presidente do BC criticou ainda o tamanho dos bancos públicos, que hoje concentram 60% dos ativos do país. Para ele, isso "é demais".

- O país precisa investir bem sua poupança. Precisa de mais mercado na alocação de capitais e menos governo - afirmou.

Fraga também disse que pouco se avalia o desempenho do setor público.

- Hoje o Brasil viveria um boom de infraestrutura, mas o investimento está paralisado. E terá que ser destravado com dinheiro privado.






domingo, 1 de outubro de 2017

Vejam, talvez um dos mais impressionantes gráficos que esteja "por aí" sem ninguém dar muita atenção.....o índice "XLK", "semelhante ao XLF", só que um ETF com empresas "ponto.com"......isto é...praticamente um outro índice Nasdaq......estamos próximos ao topo da Bolha da Internet

Agora, vejam, talvez um dos mais impressionantes gráficos que esteja "por aí" sem ninguém dar muita atenção.....o índice "XLK", "semelhante ao XLF", só que um ETF com empresas "ponto.com"......

Isto é..... praticamente um outro índice Nasdaq......

Estamos próximos ao topo da Bolha da Internet...

Sim...vejam abaixo o gráfico de 18 anos do "XLK" (Índice Setor tecnológico)

O topo da "Bolha da Internet" foi 65.44

O índice fechou em 59,10 na última sexta-feira

Reparem no segundo gráfico abaixo, o da própria NASDAQ, o topo da Bolha da Internet, pelo índice "NASDAQ", já foi rompido há muito tempo, no início de 2015

Antes dos 2 gráficos, vamos a boa parte dos componentes do índice "XLK" com seus respectivos pesos, com fonte da "BARCHART.COM"

Maiores pesos na ordem, Apple, Microsoft, Facebook e Google (esses com 2 papéis)



XLK, Semanal, escala logarítmica, período 18 anos




NASDAQ, Semanal, escala logarítmica, período 25 anos










Vamos fazer a mesma coisa que fizemos no post anterior; agora, para o SP500......e aqui, temos uma diferença

Vamos fazer a mesma coisa que fizemos no post anterior; agora, para o SP500......e aqui, temos uma diferença

Vejamos....

A última grande perna de alta destacada abaixo foi de cerca de 1.040 pontos, de 1.078 pontos para 2.126.

Caso tenhamos uma mesma perna de alta do último forte fundo, o SP500 iria a aproximadamente 2.850, isto é, de 1.810, fundo de jan-2016, mais 1.040.

Ora.....por que digo diferença ?

Porque 2.850 seria aproximadamente uma alta de cerca de 13% do patamar de hoje, 2.519 pontos.

Caso levemos os mesmos 13% para o patamar do Dow Jones de hoje, 22.400, teríamos ainda uma alta do Dow Jones até a faixa de 25.300, diferente do raciocínio exposto para o Dow Jones.

Notem que nesse caso, eu suponho apenas mais essa perna; por isso a diferença de cerca de 28.000 pontos do Dow Jones colocado no raciocínio anterior para os 25.300 de agora.

Mas prestem atenção !!

Mesmo assim, em ambos raciocínios, não excluo a forte possibilidade de uma correção iminente de cerca de 15%.

Nesse caso, voltaríamos exatamente para a mesma configuração de 2010-2011.

Houve, no caso do SP500, uma forte correção de 16% ali pelos 1.216 pontos, que o levou a 1.011 pontos......11 meses depois, o índice subiu mais aproximadamente 13% do topo de 1.216 para 1.370.....e aí, corrigiu 20%

Se levarmos a mesma forte volatilidade para os dias de hoje, poderíamos ter o SP500 batendo a faixa "redonda" de 2.600, correção de 15%, até a faixa de 2.200, forte suporte, e uma última perna de alta até os 2.850 citado lá acima........

Para o Dow Jones.....vai até a faixa de 23.000......corrige 15% até 19.700.....depois, vai até a faixa de 25.000......e não os 28.000 colocado, como já disse, no post anterior...

Por fim.....

Esse raciocínio exposto aqui parece mais consistente do que o do post anterior.....isso pelo índice "XLF" e por outros 2 que passarei também a expor nos posts seguintes

Vamos finalmente ao gráfico do SP500 de 10 anos com as pernas de alta apresentadas no texto

SP500, Semanal, escala logarítmica