terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Eu não sei se a iniciativa do recém eleito Prefeito de São Paulo para os Parques da cidade é a mais correta...mas, imaginem vocês acordarem e lerem tal iniciativa no âmbito federal...eu digo...tudo....simples como em 1993-1994...privatizações, redução drástica do Estado, leis "contra o desperdício público", etc......noticia de hoje no Jornal "Folha de São Paulo: "Doria define 15 parques-modelos para início das concessões em São Paulo"

Eu não sei se a iniciativa do recém eleito Prefeito de São Paulo, João Doria,  para os Parques da cidade é a mais correta...

Mas, imaginem vocês acordarem e lerem tal iniciativa no âmbito federal...

Algo próximo que nos remeta ao Plano Real, "momento 1993-1994"...privatizações, redução drástica do Estado, leis "contra o desperdício público", etc....

Acresceta.....reforma tributária profunda....reforma trabalhista profunda,,,,,,reforma previdenciária profunda...

Não precisa de "Planos mirabolantes" de apoio "a isso"...."a aquilo"....tudo "remendo"

Como os empresários iriam reagir ? e a Economia ? Viraríamos uma "Córeia do Sul" ?

A quem interessa um "analista contábil" ganhar R$ 7-8-10 mil no serviço público e ganhar R$ 2 mil no setor privado ?

Pensem nisso....

Noticia Jornal "Folha de São Paulo" publicada hoje:

"Doria define 15 parques-modelos para início das concessões em São Paulo"

Vamos a parte dela...

texto completo aqui:http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2016/12/1840880-doria-define-15-parques-modelos-para-inicio-das-concessoes-em-sao-paulo.shtml


Doria define 15 parques-modelos para início das concessões em São Paulo

GIBA BERGAMIM JR.
RODRIGO RUSSO
DE SÃO PAULO

EDUARDO SCOLESE
EDITOR DE "COTIDIANO"

13/12/2016  02h00

A equipe do prefeito João Doria (PSDB) escolheu 15 parques como passo inicial para o processo de concessão dessas áreas à iniciativa privada.

Chamados de "parques-âncora", eles têm um perfil adequado para exploração comercial, com possibilidade de dar lucro a empresas e zerar os custos à administração na manutenção desses espaços.

Para operar nessas áreas verdes mais rentáveis, porém, a companhia vencedora da concessão teria de assumir também unidades com menor público e estrutura, segundo ideia estudada pela futura gestão. Seria uma espécie de "adoção" de unidades menores na periferia, que seriam pouco atrativas isoladamente dentro de uma concessão.

A concessão é parte de um processo de desestatização de uma série de serviços públicos previstos por Doria durante a campanha eleitoral.