segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Parece que acabou "de vez" o "conto do segundo semestre"......ainda à procura do fundo...vamos à matéria do Portal G1......"Mercado estima menos inflação para este ano e 'tombo' maior do PIB"

Parece que acabou "de vez" o "conto do segundo semestre"......ainda à procura do fundo...

Vamos à matéria do Portal G1......

Todo o texto no link:

http://g1.globo.com/economia/mercados/noticia/2016/11/mercado-estima-menos-inflacao-para-este-ano-e-tombo-maior-do-pib.html

Abaixo, parte da matéria:

21/11/2016 08h28 - Atualizado em 21/11/2016 08h57
Mercado estima menos inflação para este ano e 'tombo' maior do PIB
Previsões foram divulgadas nesta segunda-feira pelo Banco Central.
Mercado baixou estimativa de crescimento do PIB de 2017 para 1%.
Alexandro Martello
Do G1, em Brasília
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Os economistas das instituições financeiras previram menos inflação para este ano e um "encolhimento" maior do Produto Interno Bruto (PIB) em 2016, além de uma expansão mais fraca da economia no próximo ano.
As expectativas foram coletadas pelo Banco Central na semana passada e divulgadas nesta segunda-feira (21) por meio do relatório de mercado, também conhecido como Focus. Mais de cem instituições financeiras foram ouvidas.
A estimativa do mercado para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano recuou de 6,84% para 6,80% na semana passada. Mesmo assim, permanece acima do teto de 6,5% do sistema de metas de inflação e bem distante do objetivo central fixado para 2016, que é de inflação de 4,5%.
Para 2017, a previsão do mercado financeiro para a inflação permaneceu estável em 4,93%. O índice está abaixo do teto de 6% para o IPCA, fixado para o ano que vem, mas ainda acima da meta central, que de inflação de 4,5%.

Produto Interno Bruto

Para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2016, o mercado financeiro prevê agora um encolhimento de 3,40%. Na pesquisa anterior, feita na semana retrasada, a previsão era de queda de 3,37%.
O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos no país, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o comportamento da economia brasileira.
Essa será a primeira vez que o país registra dois anos seguidos de retração no nível de atividade da economia – a série histórica oficial, do IBGE, tem início em 1948. No ano passado, o recuo foi de 3,8%, o maior em 25 anos.
Os economistas das instituições financeiras também baixaram a previsão de alta do PIB em 2017, de 1,13% para 1%, informou o BC.