sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Hora do Recreio.....Final de Semana chegando.....Primeira série americana que mais se aproxima do "mercado financeiro",,,"Billions".....série estreou esse ano e passa na Netflix

Hora do Recreio.....Final de Semana chegando.....Primeira série americana que mais se aproxima do "mercado financeiro",,,"Billions".....série estreou esse ano e passa na Netflix

Aqui, o trailler legendado:

Caso a legenda não esteja habilitada pra quem leia, basta clicar no primeiro "quadrado" da "barra de deslize" do Youtube....vai aparecer "legendas"...marque e a legenda aparecerá.....






Aqui, uma crítica do site "apaixonados por séries", publicada em 19-01-2016.....Série, segundo publicaram alguns portais, já foi renovada para uma segunda temporada:

http://apaixonadosporseries.com.br/series/billions-2/

19 de janeiro de 2016
Por: Helaine Marina 

A Showtime mais uma vez aposta alto em uma série com alguns personagens conhecidos e um velho amigo da casa. Estrelada pelos atores Damian Lewis (Homeland) e Paul Giamatti (O Espetacular Homem-Aranha 2), Billions se passa em Nova York e conta a história de Bobby (Damian Lewis), um ambicioso executivo da Bolsa de Valores, que enfrenta atritos com o Procurador de Justiça de Nova York, Chuck Rhoades (Paul Giamatti).

Com uma cena um tanto quanto peculiar, os primeiros minutos muito se assemelham a 50 Tons de Cinza, só que um pouco mais pesado, afinal, não é nada fácil tirar da mente a imagem de alguém urinando em você, não é mesmo?! A fragilidade em que se encontra o grande Procurador de Justiça é um pouco contraditória. Deitado com os pés e mãos amarradas, enquanto a sua esposa apaga o cigarro no seu peito, e em seguida dá aquela leve aliviada na dor com sua urina. Quem imaginaria que o grande defensor da sociedade, aquele que não tem medo de prender ninguém, independente de quem seja, ficaria tão vulnerável e morreria de tesão pela forma como a sua esposa o controla durante o sexo? Justamente. Ninguém.

Diferente da fragilidade passada por Chuck nos momentos íntimos, temos Bobby e sua família perfeita, um clichê que, particularmente, me incomoda. Não gosto de clichês, mas gosto de ver as máscaras caindo, quando necessário. E é isso que espero para a família do Bobby, espero que em um momento ele desmorone, que a sua fraqueza apareça e aí, meus caros, seremos presenteados com uma atuação maravilhosa de Damian Lewis. Isso sim que é apostar alto.

Nos dez minutos iniciais do episódio, somos conduzidos a pensar que a estratégia da série, é trazer uma caçada de gato e rato entre Chuck e Bobby, respectivamente. E mais ainda, nos deixar curiosos quanto às menções ao 11/09 e a sobrevivência da empresa do Sr. Axelroad.

Aos poucos, a cada diálogo, ficamos mais familiarizados com o sargento dos EUA que é encontrado, após 8 anos desaparecido em território inimigo, quando todo mundo pensou que ele tinha morrido Bobby, e a imagem que é passada para o telespectador é a de que ele é um cara mega badass, muito poderoso e que pode burlar tudo e corromper a todos. O cara é um fenômeno, e traz alguns inimigos consigo, principalmente por estes o acharem corrupto. Sendo assim, a S.E.C (Securities & Exchange Comission) aciona o Procurador, para informá-lo de possíveis crimes financeiros envolvendo Axelrod. Ao negar a investigação logo de início, Rhoades age com cautela, esperando que o seu oponente faça a jogada perigosa, para que assim ele comece a investigação.

Outro ponto explorado é o conflito de interesses entre o empresário e o procurador, por conta da sua esposa, Wendy (Maggie Siff), que trabalha como psicóloga motivacional na empresa do Bobby. E este plot acaba se tornando a cerejinha do bolo, algo que pode até se sustentar por alguns episódios, mas sem muitas delongas, afinal, essa escolha pode acabar tendo o resultado oposto do esperado e cansar o telespectador. Mas, a depender da estratégia utilizada com a personagem, pode render bons frutos para a série.

De toda sorte, o drama da Showtime traz uma concepção nova, e investe na qualidade do ambiente, dos atores e no roteiro. Os diálogos muito bem elaborados e a forma como os personagens são apresentados, nos desperta simpatia logo de cara, e isso é bom. Claro que tem cenas forçadas, que te fazem pensar: “eu já vi isso antes”, mas nada que te faça parar o episódio e dizer: “que imitação barata” ou algo do gênero. Muito pelo contrário, ao terminar o episódio você sente vontade de continuar, e torce para que mais embates entre Damian Lewis e Paul Giamatti apareçam.

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