quarta-feira, 11 de maio de 2016

Com a colaboração de um leitor do blog, vamos a alguns dos sinais-notícias assustadores que pairam sobre o Brasil......Compilação feita pelo site "negociosnouruguai.com"

Com a colaboração de um leitor do blog, vamos a alguns dos sinais-notícias assustadores que pairam sobre o Brasil......

Compilação feita pelo site "negociosnouruguai.com"

E então ?

Como os bancos lidarão com tudo isso ?

Abaixo, parte da compilação..

Aqui, no link, você poderá ver toda a compilação completa:

http://negociosnouruguai.com/pt/a-situacao-real-do-brasil-atualmente/

A situação real do Brasil atualmente

REDE VAREJISTA, QUE CONTA COM 90 LOJAS ESPALHADAS POR DIVERSOS ESTADOS DO BRASIL, TEVE PEDIDO DE FALÊNCIA CONFIRMADO PELO BTG PACTUAL

Dívidas da rede varejista já somam R$ 1 bilhão
Controlador das Lojas Leader, o banco de investimentos BTG Pactual anunciou o pedido de falência da rede varejista. A solicitação foi feita pela família Furlan, dona da rede de lojas paulista Seller, comprada pela Leader em 2013, que reclama pagamento atrasado de R$ 9 milhões na Justiça.
Em nota, o banco BTG Pactual, cujo ex-presidente André Esteves foi preso ano passado na operação Lava Jato, informou que “já discutia valores pleiteados pelos vendedores da Seller, em virtude, dentre outros motivos, de inconformidades patrimoniais e contábeis da empresa, verificadas quando da conclusão da referida alienação”.
Adquirida em 2012 pelo BTG Pactual, a Leader era considerada a aposta do banco para dar início a um movimento de consolidação no setor varejista, de olho no crescimento da classe C.
Um ano depois, o BTG comprou a rede paulista Seller, com 50 lojas, mas o negócio não deu certo. As dificuldades para integrar essa aquisição à estrutura da Leader obrigou a empresa a iniciar no ano passado um amplo processo de reestruturação.
Hoje a Leader é formada por uma rede 90 lojas mas, segundo fontes do mercado, está mergulhada em dívidas, que já somam cerca de R$ 1 bilhão.

CRISE LEVA AO FECHAMENTO DE 95 MIL LOJAS EM 2015

Levantamento evidencia a dimensão da crise no varejo, que afetou todos os setores, inclusive os grandes, diz a CNC
12 FEV2016
Com os consumidores apertando o cinto diante da maior recessão desde 1931, o varejo brasileiro registrou o fechamento de 95,4 mil lojas no ano passado.
O volume corresponde a uma retração de 13,4% nos comércios que empregam pelo menos um funcionário. Esse número é ainda pior entre as grandes lojas do varejo, onde os fechamentos corresponderam a 14,8% dos estabelecimentos, segundo levantamento da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo).
O fechamento das lojas está diretamente associado à queda no volume das vendas. “O levantamento evidencia a dimensão da crise no varejo, que afetou todos os setores, inclusive os grandes, que, teoricamente, têm mais capacidade de enfrentar o quadro recessivo. Além disso, chama a atenção porque ela está presente praticamente no País inteiro”, avalia Fabio Bentes, economista da CNC.
Pior para os hipermercados
Todos os segmentos do varejo apresentaram queda no número de lojas. Os hipermercados, supermercados e mercearias foram os mais afetados levando em consideração o número total de lojas fechadas.
Foram 25,6 mil estabelecimentos fechados no ano passado, de um setor que responde por um em cada três pontos comerciais do País. Junto com as lojas de vestuário e acessórios, o setor respondeu por quase metade (45%) das lojas que saíram de operação.
Em termos relativos, os maiores cortes aconteceram nos setores mais dependentes das condições de crédito, com destaque para material de construção, com 18,3% lojas fechadas. O segmento de informática e comunicação perdeu 16,6% dos seus estabelecimentos e o ramo de móveis e eletrodomésticos encolheu 15%.
As primeiras notícias de 2016 não são animadoras. O Wal-Mart, maior varejista do mundo, encerrou 60 lojas no Brasil.
Entre os estados, apenas Roraima não registrou fechamento de lojas, enquanto o Espírito Santo foi o mais afetado, com 18,5% estabelecimentos a menos seguido por Amapá (-16,6%) e Rio Grande do Sul (-16,4%).
Os estados de São Paulo (-28,9 mil), Minas Gerais (-12,5 mil) e Paraná (-9,4 mil) responderam, juntos, por mais da metade (53,3%) da queda no número de estabelecimentos.
Varejo em sua pior fase
O varejo ampliado, que inclui o setor automotivo e material de construção, acumula queda de 8,4% de janeiro a novembro de 2015, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
O resultado supera o primeiro recuo em 15 anos, verificado em 2014 (-1,6%), e caminha para o pior resultado da série histórica.
Com a contínua deterioração do mercado de trabalho e a persistência da inflação em patamar elevado, o desempenho em 2016 tende a continuar negativo, colocando o setor varejista no pior biênio da série histórica, segundo economistas consultados por O Financista.

AZUL DEVOLVE 20 AVIÕES E OFERECE LICENÇAS NÃO REMUNERADAS AOS TRABALHADORES

16/02/2016
Catanho Fernandes
É mais um capítulo da grave situação económico-financeira em que vive o sector da Aviação Comercial no Brasil. A companhia AZUL Linhas Aéreas Brasileiras enviou aos seus trabalhadores um comunicado em que aborda a situação de crise que vive e oferece a possibilidade dos seus funcionários se habilitarem a uma licença não remunerada de entre seis a 24 meses, que, segundo a comunicação, pode ser “uma oportunidade”.
“A ideia – refere o comunicado conhecido nesta segunda-feira, dia 15 de fevereiro – é aproveitar o momento para que, aqueles que tenham interesse, possam realizar projectos pessoais e/ou profissionais, os quais exigiriam um afastamento temporário da AZUL, como por exemplo, cursos com jornada integral ou dedicação aos filhos menores e familiares”.
Embora tenha apanhado de surpresa muitos dos seus colaboradores, a verdade é que era esperada da parte da administração da Azul uma decisão que pudesse atenuar a situação de perdas previstas para os próximos meses, motivada pelo decréscimo de tráfego e abandono inevitável de alguns aeroportos que têm gerado menos movimento. Contudo, a companhia tem aberto outros destinos, nomeadamente com a cooperação do seu operador turístico Azul Viagens, fato que evitará um descalabro maior.
O comunicado que foi dirigido aos tripulantes e encaminhado a todos os trabalhadores, em geral, destaca que a “companhia tem realizado significativos ajustes de capacidade para estarmos mais adequados ao actual e desafiante cenário económico no qual nos encontramos”.
A companhia reconhece que “essas adequações incluem, por exemplo, a redução da nossa oferta de voos e a devolução de mais de 20 aeronaves neste semestre”.
Recorde-se que por via da entrada de David Neeleman no consórcio privado ‘Atlantic Gateway’ que adquiriu 45% do capital da TAP Portugal, a Azul cedeu oito aviões ATR72-600 à OMNI/White Airways que irá voar para a nova marca TAP Express; nove aviões Embraer E190 à PGA – Portugália Airlines, que também voarão com a marca TAP Express; e dois Airbus A330-200, que serão transferidos para Portugal, no início da temporada de Verão IATA, para reforçar a frota de longo curso da TAP. Como vemos este negócio de cruzamento de interesses com o grupo aéreo português permitirá a colocação de 19 aviões, não se conhecendo para já os contornos da negociação. Alguma imprensa portuguesa referiu que a Azul estaria a subalugar os aparelhos, o que na realidade não foi confirmado directamente pelas empresas envolvidas. No seu comunicado a companhia brasileira refere que irá proceder à devolução de mais de 20 aeronaves.
Entretanto, no site ‘Skyliner – Aviation News & More’ especializado na movimentação e novos registos de aeronaves comerciais, lia-se que o ATR72-500, matrícula PP-PTY da Azul, tinha saído da frota da companhia brasileira e devolvido ao lessor com entrega registada no passado dia 11 de fevereiro, no Aeroporto de Billund, na Dinamarca.

FÁBRICA DAS MARCAS DAKO, CONTINENTAL, GE E BOSCH PEDE FALÊNCIA

Grupo Mabe, com unidades no interior paulista, enfrentava diversos problemas financeiros.
O Grupo Mabe do Brasil, representante e fabricante de diversas marcas de eletrodomésticos reconhecidas no país, entre elas GE, Continental, Bosch e Dako, entrou com um pedido de falência no mês de fevereiro.
A empresa, que tem unidades fabris em cidades que compõem a região metropolitana de Campinas, no interior paulista, enfrentava problemas de ordem financeira e trabalhista há meses chegando ao auge da crise no início deste ano de 2016.
De acordo com reportagem publicada pelo jornal Estadão, mais de 2 mil funcionários perderam o emprego. Conforme relatado pelo sindicato do setor, os operários não receberam as verbas rescisórias no prazo correto e aguardam o auxílio da Justiça do Trabalho para resolver a questão. Protestos e até acampamentos na porta das fábricas foram realizados durante as últimas semanas.
A companhia multinacional, com sede no México, era responsável por grande parte da produção e venda de fogões, geladeiras e eletroeletrônicos comercializados nas principais redes de varejo do país. Os consumidores estão em estado de alerta e com dúvidas sobre o atendimento técnico dos produtos adquiridos.
O Procon de São Paulo pede aos clientes das marcas comercializadas pela Mabe que guardem a nota-fiscal, único documento capaz de garantir os direitos no caso de problemas com os equipamentos.
Para quem ainda tem produtos da empresa dentro do prazo de garantia, havendo qualquer defeito, pode exigir a troca por outro equipamento semelhante ou receber o valor de volta diretamente na loja em que efetuou a compra. O mesmo vale para itens adquiridos via internet. Caso o produto ainda não tenha sido entregue, o consumidor também pode solicitar o ressarcimento.
Para equipamentos fora da garantia e que não tenham peças de reposição nas assistências técnicas especializadas, a orientação dos órgãos de defesa do consumidor é a de que seja feita a abertura de processo contra a Mabe na expectativa de receber o valor pago pelo item assim que a Justiça determinar a venda dos bens da empresa e de seus proprietários.

WALMART FECHA 60 LOJAS NO BRASIL

DE SÃO PAULO
15/01/2016 16h39
O Walmart Brasil, terceiro maior grupo supermercadista do país, anunciou nesta sexta-feira (15) o fechamento de 60 lojas no país e a troca de presidente.
O número de unidades encerradas é o dobro do divulgado no fim de dezembro. Na época, o Walmart Brasil havia informado que pretendia fechar 5% do total de 544 supermercados, ou cerca de 30 unidades.
A filial brasileira havia se comprometido em dezembro com a UGT (União Geral dos Trabalhadores) a não demitir os funcionários e a transferi-los para outras lojas. Só seriam desligados os funcionários que não quisessem ser transferidos.
Segundo Ricardo Patah, presidente da UGT, o acordo foi cumprido. “São 4 mil funcionários dessas lojas, sendo que 3 mil foram transferidos e outros 1 mil saíram por opção”, diz.
Patah disse ainda que foram fechadas 17 lojas no Paraná; 14 no Rio Grande do Sul; 6 em São Paulo; 5 em Santa Catarina; 4 no Maranhão; 3 no Mato Grosso do Sul; 3 na Bahia; 2 em Minas Gerais; 2 em Alagoas; 2 na Paraíba; 1 em Goiás e 1 no Ceará.

2015 TEVE 1.047 CONCESSIONÁRIAS FECHADAS E 32.000 DEMITIDOS

São Paulo – O ano de 2015 terminou com 1.047 concessionárias de veículos e peças fechadas no Brasil, o que provocou a perda de 32.000 empregos.
Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (6) pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).
Os números são consequência direta do desaquecimento do mercado automóveis no país. Durante todo o ano, 2,12 milhões de carros foram comercializados por aqui, uma queda de 24,06% ante 2014.
Quando considerado todo o setor de distribuição de veículos (que abrange também comerciais leves, caminhões, ônibus, motos e implementos rodoviários) as vendas chegaram a 3,98 milhões de unidades, quantidade 21,85% menor do que a alcançada no ano anterior.
Para 2016, segundo estimativas da instituição, o cenário será novamente de retração (com queda de 4,57% nas vendas no segmento de automóveis e de 5,20% no setor em geral) e ainda mais lojas com atividades encerradas.
“Lamentavelmente, a persistir o que temos vivido nesses últimos meses, política e economicamente, nós acreditamos que podemos chegar a 1.500 ou 1.600 concessionárias não operantes neste ano”, disse Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave, em conversa com jornalistas.
De acordo com ele, com os novos fechamentos, o número de trabalhadoresdemitidos no setor deve subir para algo entre 47.000 e 50.000 até dezembro.
Na visão do executivo, o fato de as montadoras estarem comercializando veículos diretamente ao consumidor, sem intermédio das concessionárias, não tem influência no fechamento das lojas.
“Isso aí é questão política e econômica. É mercado. Não tem PIB, a economia está estagnada, negativa. A questão é unicamente essa. A venda direta é um outro patamar, outro ciclo, outra modalidade, não tem relação”, afirmou.
Hoje, funcionam no país aproximadamente 7.700 concessionárias – 420 delas foram abertas em 2015. Do total, cerca de 4.500 vendem automóveis e comerciais leves.

REDE: 1,6 MIL CONCESSIONÁRIAS DEVEM FECHAR ATÉ O FIM DE 2016

Com a persistência da crise, demissões no setor podem somar 50 mil pessoas
GIOVANNA RIATO, AB
A crise que se instalou no setor automotivo não dá sinais de que vai ceder em 2016. AFenabrave, entidade dos distribuidores, projeta nova queda nas vendas, de 5,8% para 2,42 milhões de veículos entre leves e pesados. O resultado deve agravar a contração do setor da distribuição, que segue fechandoconcessionárias e demitindo funcionários desde o ano passado. Até o fim deste ano, a entidade calcula que o número de vagas nas revendas vai sofrer corte de 47 mil a 50 mil empregos, com o fechamento de até 1,6 mil casas.
“Estes números levam em conta as 1.047 concessionárias fechadas em 2015. É o total previsto para os dois anos”, esclarece Alarico Assumpção Jr., presidente da organização. Segundo ele, o momento mais crítico deve ser o primeiro trimestre. “As empresas que tentaram se segurar no ano passado e interromperam as atividades devem fechar de vez neste período”, acredita. A partir do segundo semestre de 2016, o executivo espera que comece um discreto movimento de recuperação do mercado de veículos, contendo o fim de mais casas.
Ainda que mais de mil revendas tenham deixado de operar ao longo de 2015, a Fenabrave calcula que 420 casas entraram no mercado no ano. Dessa forma, o saldo negativo foi de 627 concessionárias. Em geral, as novas lojas são de marcas que passam por momento de forte investida no Brasil, como Jeep, Audi e BMW – empresas que inauguraram linhas de produção nacionais recentemente.
O resultado negativo de 2015 para o setor da distribuição representou encolhimento da rede de concessionárias brasileira para cerca de 7,7 mil lojas, que se espalham atualmente por 1,1 mil municípios. Dados da Fenabrave do início do ano passado apontam que a rede empregava 410 mil pessoas naquela época, mais do que o dobro do número de funcionários diretos das montadoras. Este indicador ainda não foi revisto.

VENDA DE VEÍCULOS TEM QUEDA DE QUASE 30% NO ACUMULADO ATÉ ABRIL, DIZ ANFAVEA

05/05/2016 13h34
Marli Moreira – Repórter da Agência Brasil
As vendas de veículos novos automotores, incluindo automóveis, caminhões, comerciais leves (como vans e furgões) e ônibus, encerraram o período de janeiro a abril deste ano em baixa de 27,9%, com o total de 893,7 mil unidades comercializadas. Apenas no mês de abril, foram vendidos 162,9 mil veículos, número 9,1% menor do que o registrado em março deste ano e 25,7% inferior ao resultado de abril de 2015.
Os dados foram divulgados pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). O novo presidente da entidade, Antonio Megale, observou que, apesar desses recuos, o ritmo de queda nas vendas diminuiu. No começo do ano, o percentual de retração era de 38,8%.
As montadoras instaladas no Brasil produziram em abril 169,8 mil veículos, número 13,6% abaixo do de março e 22,9% inferior ao registrado em abril do ano passado. No acumulado desde janeiro, houve queda de 25,8%.
De acordo com Megale, as empresas têm feito um esforço para manter os empregos, tanto que hoje têm 30% da força de trabalho em regime de flexibilização, sendo 6.044 postos em regime lay-off e 29,6 mil no Programa de Proteção ao Emprego (PPE). “É uma situação preocupante e as empresas estão demonstrando esforços para preservar os empregos”, destacou.
Em relação a abril do ano passado, as vagas encolheram 8%, tendo hoje uma base 128.441 trabalhadores. Para ampliar as ofertas, é necessário que o país volte a crescer, defendeu o presidente da Anfavea.
Caminhões
O executivo apontou que, entre os segmentos que mais apresentaram queda nas vendas, estão os caminhões, com recuo de 13,2% de março para abril e 31% no acumulado do ano. No entanto, Megale acredita em recuperação por meio das exportações e também com a restauração da confiança do setor do agronegócio após o anúncio das condições de financiamento da nova safra agrícola.
As vendas internas de máquinas agrícolas caíram 40,8% no quadrimestre. Em abril, houve redução de 32,2% na comparação com o mesmo período do ano passado, mas, em relação a março, as vendas subiram 4,9%. Nas vendas externas, no entanto, esse segmento apresentou redução de 44,5% sobre março, de 39,7% sobre abril do ano passado e 23,3% no acumulado do ano.
O presidente da Anfavea reconheceu que tem ocorrido uma participação importante do governo no fechamento de negócios para aumentar as exportações em geral. Segundo ele, entre os acordos bilaterais que surgem como alternativa para compensar as fracas vendas internas estão os contratos feitos com o Uruguai, Peru, a Colômbia e países africanos.
Megale informou ainda que, na próxima divulgação sobre o desempenho do setor, deverá anunciar novas projeções de produção e vendas, o que não foi feito ainda por causa do momento político. “Precisamos esperar a estabilização do que vai ocorrer nas próximas semanas e ver primeiro as formulações da política macroeconômica”, disse.