quarta-feira, 15 de novembro de 2017

ADR Petrobrás e ADR VALE pra lá de interessantes em Nova York hoje....ambas foram direto buscar suas MA'S 200 na abertura....bateram e reverteram rápido....Petrobrás em alta de 1,55% e VALE em alta de 0,92%

ADR Petrobrás e ADR VALE pra lá de interessantes em Nova York hoje....ambas foram direto buscar suas MA'S 200 na abertura....bateram e reverteram rápido....Petrobrás em alta de 1,55% e VALE em alta de 0,92%

Petrobrás abriu em queda de quase 3%, o que a levou a sua MA200 em linha vermelha abaixo.(chegou a vazar ligeiramente no intraday). Fechamento em 9,83....alta de 1,55%

VALE  abriu em queda de praticamente 2% o que a leou também a bater na sua MA200 em linha vermelha abaixo ( a MA200 estava em 9,52....a minima foi de 9,53)...Fechamento em 9,86, alta de 0,92%

Ao fazer esse movimento ela vazou ligeiramente uma congestão que estava mais clara na faixa 9,70-10,60

ADR Petrobrás em Nova York, diário



ADR VALE em Nova York, diário





Índice "EWZ", o "Bovespa operado pelos estrangeiros", ainda faz nova mínima no intraday, mas reverte e fecha na faixa de 38 em alta de 0,74% em Nova York

Índice "EWZ", o "Bovespa operado pelos estrangeiros", ainda faz nova mínima no intraday, mas reverte e fecha na faixa de 38 em alta de 0,74% em Nova York

Vejam abaixo a mínima hoje em 37,31, e o fechamento em 38,02, "em cima" de divisor.....faixa aí de 37,50-38,00.....

Ontem eu mostrei o gráfico SEMANAL apenas do Bovespa pra mostrar que em tempos passados, correções mais fortes eram feitas tendo como balizador a MA50 no SEMANAL......o vazamento era rápido, embora não desprezível

Agora, abaixo temos no último gráfico praticamente a mesma configuração para o EWZ quando o olhamos para os anos de 2005, 2006 e 2007...

Vejam do lado esquerdo algumas correções marcadas nos retângulos......a correção busca rapidamente a MA50 (linha azul) no tempo SEMANAL, vaza rapidamente e o BULL-MARKET é retomado como novo topos e fundos ascendentes à frente...

Vejam também que a LTA traçada por mim ontem , com essa dinâmica de hoje, vemos que a LTA é perdida no intraday, mas recuperada no fechamento

EWZ, Diário, escala logarítmica



EWZ, SEMANAL, escala logarítmica, período 4 anos




EWZ, SEMANAL, escala logarítmica, período 12 anos






terça-feira, 14 de novembro de 2017

ADR Petrobrás perde LTA, cai 8,8%, e se aproxima de sua MA200

ADR Petrobrás cai 8,8% e se aproxima de sua MA200

Fechamento em 9,68...MA200 (linha vermelha) passando em 9,43

Vejam que o papel andava sobre uma LTA....fechou ontem praticamente "em cima"...

Hoje, perdeu e o colapso do papel


ADR Petrobrás, diário, escala logarítmica





ADR VALE em forte congestão no intervalo 9,70-10,50

ADR VALE em forte congestão no intervalo 9,70-10,50

Fechamento hoje em 9,77, queda de 3,27%....

MA200 (linha vermelha) passando em 9,52...

ADR VALE, Diário, escala logarítmica





GOAU4 (Metalúrgica Gerdau PN) toca LTA longa.....e que parece um triângulo ascendente

GOAU4 (Metalúrgica Gerdau PN) toca LTA longa.....e que parece um triângulo ascendente

GOAU4, Semanal, escala logarítmica, período 5 anos






Vamos atualizar alguns pontos interessantes depois de hoje...."EWZ", o "Bovespa operado pelos estrangeiros", fecha em suporte divisor, faixa de 37,80-38,00, mas vaza a MA200....diferente do Bovespa, que ainda tem sua MA200 na faixa de 67,700

Mercado brasileiro nervoso hoje, com um monte de gente falando mil coisas......

Engraçado como esse povo é.....quando sobe, é um otimismo desenfreado.....quando cai, pessimismo por todos os lados

Petrobrás e ações ligadas às commodities, de um modo geral, cairam forte, depois de uma alta ontem, mais concentrada nos minutos finais.

Abaixo, vamos olhar os 2 principaís índices....o Bovespa e o seu irmão...o EWZ, o "Bovespa operado pelos estrangeiros"

O EWZ, visto no tempo diário, fehou em 37,74, queda de 3,1%...

É faixa de suporte.......no entanto, a MA200 (linha vermelha) não foi suficiente para parar o índice no intraday....MA200 (linha vermelha) hoje em 38.06.....

No entanto, vejam uma LTA passando justamente nessa faixa de 37.80.

Se olharmo para o SEMANAL, há uma suporte mais forte ainda ali por volta de 36.00.....

MA50 (linha azul) no SEMANAL passando alipor volta de 37,37

Ainda aberto......

Pelo "EWZ", a média correção em curso termina ai na faixa de hoje, 37.80 ou na faixa de 36,00

Se olharmos o terceiro gráfico abaixo, o Bovespa no tempo diário, o índice fechou hoje em 70.825 pontos, queda de 2,27%

Tem um suporte no intraday na faixa de 70.500

Suporte mais forte abaixo dos 70.500,certamente é a faixa de 69.000.69.500

No diário, diferente do EWZ, o Bovespa tem sua MA200(linha vermelha) ainda ligeiramente distante....em 67.600 e subindo

No diário, ainda temos um canal de alta em formação, com base passando ali na faixa de 68.000

No SEMANAL, segundo gráfico abaixo, temos a MA50 (linha amarela) em 66.700...

Assim, também em aberta a correção média em curso olhando o Bovespa

Ou para pela faixa de 70.500, perto de onde o Bovespa fechou hoje, ou espera mais um pouco e busca a faixa de 69.000-69.500.

Daui a alguns dias, a MA200 (linha vermelha) o tempo diário andará para essa faixa....a MA50 (linha amarela) no SEMANAL, também


EWZ, Diário, escala logarítmica



EWZ, SEMANAL, escala logarítmica


Bovespa, Diário, escala logarítmica





Bovespa, SEMANAL, escala logarítmica











sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Cunha do Cobre em formação

Cunha do Cobre em formaçao


Cobre, diário, escala logarítmica, período 10 meses





"Quero entrar na Justiça contra os servidores...A função do Estado é servir ao cidadão, não ao funcionário público", por Zeina Latif, no Jornal "O Estado de São Paulo"

Zeina Latif, hoje Economista-Chefe da XP Investimentos, já foi professora do IBMEC, publica o artigo abaixo, um dos melhores artigos publicados na imprensa nos últimos meses.

Publicado ontem, 9-11-2017

Leiam para reflexão:

http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,quero-entrar-na-justica-contra-os-servidores,70002077514



Quero entrar na Justiça contra os servidores
A função do Estado é servir ao cidadão, não ao funcionário público

A folha de pagamentos do funcionalismo tira o sono de governantes. Seu custo é elevado e crescente. No nível federal, representa 22% das despesas, em um orçamento deficitário em R$ 159 bilhões este ano. Se nada for feito, as cifras vão crescer, pois 39% dos servidores do poder Executivo federal vão se aposentar nos próximos 10 anos, e pela regra antiga, que prevê integralidade das aposentadorias. Nos entes regionais, o quadro é mais grave. São 16 Estados e 83% dos municípios que já não cumprem algum limite constitucional de gastos com a folha (limite de alerta, prudencial e teto).

São várias as iniciativas propostas pelo governo federal, ainda que insuficientes: plano de desligamento voluntário, incentivos para licença sem remuneração e jornada de trabalho reduzida, mudança de salário inicial, progressão funcional para entrantes, aumento da contribuição previdenciária de inativos que recebem acima do teto e adiamento do ajuste salarial acordado para 2018.

Segundo a imprensa, alguns sindicatos dos servidores vão entrar na Justiça contra a medida provisória que trata dos dois últimos tópicos. Algumas categorias iniciaram paralisações. A justificativa é que estaríamos diante da “mais grave conjuntura da história do serviço público”.


Inacreditável a desconexão com a realidade, e vinda daqueles que são a elite do funcionalismo e estão no topo da distribuição de renda. Trata-se, na realidade, da mais grave crise fiscal da história, afetando políticas públicas e ameaçando o equilíbrio macroeconômico. A solução dependerá do esforço de todos, principalmente dos mais privilegiados.

Os salários do funcionalismo não estão defasados. Pela Rais (emprego com carteira), o rendimento médio do setor público aumentou em média 9,4% ao ano entre 2003-15, contra 8,3% no setor privado e inflação média de 6,3% ao ano. Pela PNAD (emprego total), houve aumento acumulado de 10,3% no rendimento médio do funcionalismo desde 2016 contra 9,7% do setor privado, enquanto a inflação foi de 8,2%.

As propostas do governo são, na realidade, tímidas. Enfrentar o problema passa por suspender ajustes salariais e adotar tabela progressiva na contribuição dos inativos, além de flexibilização da estabilidade dos servidores e mudança das regras da Previdência.

Servidores públicos têm estabilidade, direito de greve e muitos deles aposentadoria integral. Ainda, trabalham 40 horas semanais contra 44 na iniciativa privada e os salários são maiores. No nível federal, o rendimento do funcionalismo é 2 a 3,5 vezes maior que o do setor privado, dependendo da qualificação. Enquanto isso, o trabalhador do setor privado enfrenta o ambiente meritocrático e o risco de desemprego.

O salário inicial no serviço público é significativamente superior às carreiras equivalentes no setor privado e o servidor alcança o topo da carreira bem mais rápido do que os trabalhadores privados. Um salário inicial de R$ 5 mil, proposto pelo governo, ainda deixaria o indivíduo no grupo dos 10% mais ricos (considerando apenas o rendimento do trabalho). Segundo estimativa do governo, a reestruturação das carreiras economizará R$ 70 bilhões em 10 anos.

Os servidores públicos estão em rota de colisão. Não compreendem que a alternativa ao ajuste é o agravamento da crise. Salários atrasados já são realidade em vários Estados e municípios, sem contar a utilização indevida de recursos destinados à educação e à saúde para pagamento da folha. Essa poderá ser a realidade em breve no nível federal.

Quando ainda aluna de graduação na Faculdade de Economia da USP, uma lição de José Pastore se mantém atual. Dizia o professor que no dia em que o funcionário público entender que somos nós que pagamos seus salários e aposentadoria, a relação com a sociedade será diferente.

Certamente é crucial a valorização da carreira do funcionalismo, aliada à meritocracia. Mas não se pode perder de vista que a função do Estado é servir ao cidadão, não ao funcionário público.





quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Dow Jones e SP500 perdem a LTA de 70 dias no fechamento

Dow Jones e SP500 perdem a LTA de 70 dias no fechamento

Vejam abaixo as LTA's destacadas e os fechamentos do Dow Jones e SP500 abaixo delas

Dow Jones, diário, escala logarítmica



SP500, diário, escala logarítmica





quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Afinal , o Brasil morre no último capítulo ?

Me mandaram uma piada outro dia que dizia o seguinte:

"Alguém aí, que já leu a Constituição inteira, sabe dizer se o Brasil morre no final ?"

É uma piada meio estranha....talvez pudesse ser contada em outras palavras.....

O Brasil parece caber sempre naquela novela das 8, quer dizer, 9, a novela com 50, 100, 200 capítulos cuja essência nos remete sempre para a mesma pergunta:

"O protagonista morre no final ?, seja ele o "bonzinho" ou o "vilão".....

Quem é novo, ouve dos pais que o país sempre foi o "país do futuro".....sim, porque os pais deles, isto é, os pais dos pais atuais, sempre disseram que o Brasil era o "país do futuro". Pra variar, os pais dos pais dos pais atuais também falavam. Não muda nunca.

Os caras lá fora sempre reclamam, reclamam dos Democratas, dos Republicanos, reclamam dos "Kennedy", dos "Clinton", dos "Bush" dos "Obama", mas o que menos se pode dizer é que o país sempre foi o "país do futuro".

Sim, porque o "futuro" foi criado por eles, cada um a seu modo.

Ford, IBM, Merck Sharp Dohme, Mc Donald's, JP Morgan, Goldman Sachs, Apple, Google, Facebook, o que não faltou foi "futuro" para cada um, em cada dado momento.

Se pensarmos a fundo, estivemos próximos do "leito de morte" em vários momentos.

Talvez o primeiro a nos salvar da morte foi D.Pedro I, às margens do Rio Ipiranga, quando nos libertou de Portugal.

Dali em diante, futuro era o que não faltava."O Brasil é nosso" foi o lema de Getúlio Vargas. O futuro do brasileiro cabia assim dentro de uma estatal financiada com dinheiro público, ou seja, com o meu , o seu , o nosso dinheiro.

A Petrobrás ainda não iria para o túmulo; não, não naquele momento, mas o Brasil quase foi. Pendurado no Estado Novo de Vargas, recheado por crises e mais crises, o Brasil esteve perto de ser sepultado.

Foi salvo por um mineiro de nome complicado, Juscelino Kubitschek.

Sua visão revolucionária para a época, moldando um país mais industrial e aberto, conseguiu trazer multinacionais para o país. No entanto, deixou para sempre plantada a semente da inflação, semente essa que se transformaria num dos piores pesadelos para um país recém republicano.

O pesadelo da inflação finalmente mataria o Brasil ?

Não morremos, porém, vivemos em coma durante os anos 80 e parte dos anos 90.

O Brasil "vegetava"......produzia-se , "Sabe Deus como", plantava-se "Sabe Deus como", vendia-se "Sabe Deus como" e exportava-se "Sabe Deus como".

Até que a luz do fim apareceu. Parecia o milagre.

Um sociólogo assumiu o Ministério da Fazenda e tornou-se Presidente da República. Talvez o mais próximo de um "Kennedy", de um "Clinton", de um "Bush", de um "Obama".

Sim.....talvez pudéssemos sonhar com uma Ford, IBM, Merck Sharp Dohme, MC Donald's, JP Morgan, Goldman Sachs, Apple, Google ou mesmo "um Facebook," .

Foi apenas um sonho......

Como disse várias vezes o Ex-Presidente do Banco Central, Armínio Fraga, tudo que nós vivemos naquele período de Fernando Henrique Cardoso foi um sonho. Vivemos de fato tudo aquilo ?

Passou......

Privatizações, inflação de 2% ao ano, depois de 70%-80% ao mês, Responsabilidade Fiscal, congelamento dos salários dos servidores públicos por 8 anos, criação de agências reguladoras, desregulamentação de setores monopolizados, pra ficarmos em alguns dos sonhos.

Deus preocupado, sim, já disseram que Deus é Brasileiro, mandou de presente para o Brasil a maior bolha de commodities de toda a história econômica ...e por quase 10 anos !.. de 2004 a 2011.

Curtimos a vida adoidado, gastamos com mulheres, amigos, bordéis, uma farra jamais vista.

Acordamos um belo dia sem dinheiro, sem perspectiva e doentes.

Mais uma vez.....

Na ante-sala da CTI, uns 10 candidatos à  Presidência da República.

Tem de tudo na ante-sala; quando falo tudo , é tudo mesmo.

Um show de horrores.

Estamos nos últimos capítulos.

Afinal, o Brasil morre no final ?